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Berna
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O paulista Ricardo Ferreira Berna veio do América-MG em 2005 e por um longo período ficou como terceiro goleiro da posição. Em 2010, com as más atuações de Rafael e a contusão de Fernando Henrique, assumiu o posto de titular na partida diante do Botafogo, na 30ª rodada do Brasileirão. Com boas atuações e defesas importantes, permaneceu na vaga em toda reta final do campeonato. O goleiro ainda ficou marcado positivamente por uma declaração após a vitória sobre o Internacional, quando questionado por um repórter sobre as notícias de contratação de reforços para o gol, respondeu: "Isso vai ajudar o Flu ser campeão? Não? Então não me interessa". Atuou em nove partidas, levando apenas cinco gols. |
Mariano
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O lateral-direito Mariano, após ser muito questionado em um primeiro momento, ainda em 2009, ganhou nova vida com o técnico Cuca na arrancada tricolor no Brasileirão daquele ano. A partir dali o jogador acumulou boas atuações que o levaram a sua primeira convocação para a Seleção Brasileira. Destacado por sua velocidade e passes precisos, o mineiro participou de 34 jogos do Fluminense marcando três gols. |
Gum
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Wellington Pereira Rodrigues, mais conhecido como Gum, é um legítimo guerreiro quando veste a armadura tricolor. No Brasileirão 2010, se destacou pela coragem e liderança. Em pouco mais de um ano de Flu, Gum já balançou as redes adversarias 10 vezes, sendo quatro gols em 34 jogos pelo Campeonato Brasileiro. |
Leandro Euzébio  |
Leandro Euzébio formou ao lado de Gum a defesa menos vazada do Brasileirão 2010. Zagueiro de poucas palavras e muita disposição, foi um dos destaques do Tricolor pelo Campeonato 2010. Pelas boas atuações, Euzébio foi elogiado por Muricy o melhor zagueiro do Brasileiro. Em 35 partidas, o xerife marcou cinco gols.
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Carlinhos
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Um dos destaques do Santo André, vice-campeão paulista de 2010, Carlinhos chegou ao Fluminense para ser a sombra de Julio César, mas o jogador de 23 anos caiu no gosto de Muricy Ramalho e assumiu a camisa seis apresentando um belo futebol antes da parada para Copa do Mundo. Após o Mundial, o jogador se contundiu e ficou de fora por algumas rodadas. Assim que voltou, assumiu um papel fundamental na engrenagem tricolor. Com muita velocidade e cruzamentos precisos, o jogador ainda marcou gols importantes como o da virada sobre o Palmeiras, em Barueri. Pelo Campeonato Brasileiro, o atleta participou de 26 jogos e marcou três gols. |
Valencia  |
O colombiano Valencia foi contratado ao Atlético-PR e, em decorrência de um problema com a documentação do atleta, só pôde ser inscrito dois meses depois. Com a lesão de Diogo, ganhou uma vaga no time titular e protegeu bem a defesa, inclusive atuando como líbero contra o Goiás. Contabilizou 17 jogos no Brasileirão. |
Diguinho
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Seu nome é Rodrigo Bittencourt, mas pode chamar de Guerreiro. Com jeito de surfista e skatista, Diguinho foi uma peça fundamental na campanha do Tricolor Carioca. Após uma bela passagem pelo Botafogo, o jogador chegou ao Fluminense em 2009, Depois de vencer a desconfiança da torcida e um sério problema de saúde, o gaúcho de Canoas se encontrou em 2010. Com o técnico Muricy Ramalho, o jogador achou seu melhor posicionamente em campo e caiu definitivamente nos braços da torcida. Pelo Brasileirão, foram 21 jogos. |
Julio Cesar
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Melhor lateral esquerdo do Brasileirão de 2009, Julio Cesar chegou ao Fluminense no início do ano com o status de salvador. Atuando na lateral, diferentemente da função que realizava no Goiás, onde era quase um apoiador, foi tímido no apoio e perdeu a vaga de titular para Carlinhos. Participou de 24 jogos e fez apenas um gol, o segundo do Flu no empate em 2 a 2 com o Vasco, no primeiro turno. Com a lesão de Deco e suspensão de Tartá, foi titular na partida que garantiu o título ao clube, diante do Guarani, no Engenhão. |
Conca
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Ídolo e principal atleta tricolor no Brasileiro, o argentino Darío Conca teve um brilhante ano. Após ser eleito Craque da Galera no Brasileirão 2009, em 2010, Conca repetiu o feito e ainda o melhorou, sendo eleito também o melhor em sua posição e o Craque do Brasileirão. Com dribles rápidos e gols importantes, o meia foi o principal jogador da campanha do Fluminense, onde disputou todas as 38 partidas, sendo o único jogador de linha a conseguir tal número. Conca ainda balançou as redes nove vezes, sendo segundo artilheiro do clube na competição, já que Washington marcou dez, apesar de dois deles pelo São Paulo. |
Emerson
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Márcio Passos de Albuquerque, mais conhecido como Emerson ou Sheik, foi um reforço de peso para o time, apresentado nas Laranjeiras, no dia 16 de junho. Com passagem pela Gávea e declarações de amor ao rival, o jogador precisou vencer a desconfiança da torcida, o que fez com primor através de seus gols e garra em campo. Na partida que garantiu o título, diante do Guarani, o jogador ainda foi o responsável pelo gol da vitória. Em 11 jogos, Emerson fez oito gols para a alegria da torcida tricolor e do treinador Muricy Ramalho. |
Fred
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O mineiro Fred chegou ao Fluminense em 2009 e teve participação fundamental na arrancada que livrou o time do rebaixamento e levou a equipe à final da Copa Sulamericana daquele ano. Por sua garra e determinação, além de seus gols, virou um dos 'guerreiros' mais queridos dentro do elenco. No Campeonato Brasileiro 2010, Fred enfrentou algumas dificuldades e precisou superar duas lesões, ainda assim, jogou 14 partidas e marcou cinco gols. |
Fernando Bob
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Revelado nas categorias de base do Fluminense, Fernando Bob foi emprestado para o Avaí em 2009, já que não era aproveitado na equipe principal. No entanto, uma lesão grave no joelho direito quase o fez encerrar a carreira. De volta ao Flu, chamou a atenção do treinador Muricy Ramalho por se tratar de um volante canhoto, uma raridade nos dias de hoje. Fernando disputou 20 jogos no Brasileirão e não balançou as redes. |
Washington  |
Depois de uma passagem positiva pelo Fluminense, Washington retornou ao clube para ocupar a vaga de Fred, lesionado. O início foi animador e o atleta ascendeu a artilharia, com dez gols. Contudo, foi então que fez a promessa: “troco meus gols pelo título”. Deus disse Amém. O Coração Valente ficou em jejum nos 16 embates seguintes, mas a taça de tricampeão foi parar nas Laranjeiras. Ao todo, foram 26 jogos e oito gols pelo Flu. Os outros dois foram marcados quando ainda jogava pelo São Paulo. |
Rodriguinho  |
Rodriguinho chegou ao Fluminense após brilhar no Campeonato Paulista com a camisa do Santo André e começou bem. Nos três primeiros jogos pelo Flu, marcou três gols, sendo que dois deles, contra o Corinthians, foram erradamente anulados. Ficou marcado como algoz do Flamengo, pois balançou as redes rubro-negras três vezes em dois jogos no Brasileirão. Na reta final da campanha, sofreu o pênalti que culminou no empate com o Goiás, tento fundamental para manter o Flu na liderança. No total, disputou 28 partidas e marcou cinco gols. |
Marquinho
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Marquinho sofreu com a perseguição da torcida em 2009, mas encarou os problemas de frente. O apoiador se tornou um dos responsáveis por manter o Flu na Série A do Brasileirão e consumar o sucesso da arrancada de quem tinha 99% de risco de rebaixamento. Com participação efetiva na campanha deste ano, foi titular na maioria dos jogos, somando 31 partidas e 4 gols. Na reta final do Brasileirão 2010, o jogador fraturou o braço direito na vitória contra o Vasco e não teve mais condições de jogo. |
Tartá
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Iluminado. O apoiador Tartá estava emprestado ao Atlético-PR e retornou assim que o clube do Paraná se reforçou com alguns atletas para a posição. Pelo Tricolor, sofreu pênalti que garantiu o 2 a 2 contra o próprio Atlético-PR, na reta final do Brasileirão, e marcou os gols que deram os três pontos ao Flu nos duelos contra Vasco (1 a 0) e Palmeiras (2 a 1). Em seis jogos, fez dois gols. |
Deco
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Contrato para ser a estrela da companhia, o luso-brasileiro Deco chegou ao Fluminense após construir uma vitóriosa carreira na Europa. O craque logo caiu nas graças da torcida, alavancando as vendas da camisa 20. Em campo, o jogador sofreu com o nível dos gramados brasileiros onde se contundiu seguidamente e não conseguiu manter o ritmo que a torcida esperava. Na lembrança dos torcedores ficará a excelete partida diante do Goiás, no Serra Dourada e o lindo gol marcado no empate em 2 a 2 com o São Paulo. No Brasileirão, foram 16 jogos e um gol. |
Fernando Henrique
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Fernando Henrique começou a carreira nas divisões de base do Fluminense. Teve sua primeira chance no time profissional em 2002. Porém, só conseguiu a posição de titular em 2004. Criticado por parte da torcida, se destacou na Copa do Brasil 2007, quando foi um dos atletas mais importantes da conquista fazendo grandes defesas. Pela Libertadores 2008, o goleiro voltou a se destacar e ajudou o clube a chegar na final. Depois de ficar quase um ano na reserva, FH recebeu um voto de confiança de Muricy Ramalho no Brasileirão 2010, mas, após fratura no dedo da mão esquerda durante o treino, o goleiro foi vetado. Ao todo, foram 17 jogos e 17 gols sofridos na competição. No duelo contra o G. Prudente, FH completou 250 jogos pelo clube. |
Rafael
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Titular no início da campanha do Brasileirão 2010, Rafael se chocou contra um atleta do Vitória, em jogo válido pela sexta rodada, sofreu um corte na testa e perdeu a vaga para Fernando Henrique. Com a má fase de FH, recuperou a camisa 1 no clássico contra o Flamengo, pela 23º jornada, mas não conseguiu manter boas exibições, voltando a perder o posto. Ao todo, disputou 13 jogos e sofreu 14 gols. |
Diogo
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Depois de um inicio conturbado, onde era muito criticado pela torcida, Diogo, uma das apostas de Cuca, se mostrou um dos destaques da fuga do rebaixamento em 2009. Fazendo parte do 'time de guerreiros', Diogo Antunes de Oliveira conquistou a todos devido sua dedicação e entrega em campo. Ao lado de Diguinho, formou uma das melhores duplas de volantes da competição. No Brasileirão, foram 25 partidas. |
Thiaguinho
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Thiaguinho viveu momentos distintos no Brasileirão. O atleta, que negociava transferência para o América-RN, permaneceu no Fluminense a pedido do técnico Muricy Ramalho e, logo no primeiro confronto após garantir que ficaria, foi expulso infantilmente contra o Botafogo. Perdeu espaço e, dois meses depois, ganhou nova chance diante do Cruzeiro, quando Mariano foi servir a Seleção. Atuou bem e realizou muitos desarmes, demonstrando segurança em meio a uma fraca exibição da equipe. Participou de sete jogos. |
André Luis
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André Luis, gaúcho de Bagé, chegou ao Fluminense para a disputa do Campeonato Brasileiro e, ao longo do primeiro turno, formou um sólido sistema defensivo ao lado de Gum e Leandro Euzébio. Com a chegada do apoiador Deco, perdeu a condição de titular e assumiu a reserva imediata de ambos os defensores. Participou de 20 jogos e não marcou gols. |
Belletti
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Belletti chegou ao Fluminense de surpresa, pois poucos apostavam que o clube fosse contratá-lo. Fora de forma, foi colocado no sacrifício em alguns jogos e ficou aquém do que pode apresentar, apesar de fazer algumas boas inversões. Passou então a ser criticado por alguns torcedores e ficou no banco de reservas. Entrou no segundo tempo em alguns confrontos e deu bons chutes de fora da área. Em nove partidas, não marcou gol. |
Ainda fizeram parte dessa conquista os jogadores: Alan (10 jogos/4 gols); André Lima (4 jogos); Equi, Cássio, Digão, Wellington Silva, Willians e Everton (2 jogos); Marquinhos (1 jogo).
Comissão técnica:
Técnico: Muricy Ramalho
Auxiliar Técnico: Tata
Tecnologia Esportiva: Claudio Grillo
Preparadores Físicos: Ronaldo Torres, Flávio Vignoli e Jefferson Souza
Preparador de Goleiros: Victor Hugo
Chefe de Scout: Ricardo Correia
Coordenador Médico: Douglas Santos
Médicos: Adilson Camargo e Luiz Gallo
Coordenador de Fisioterapia: Fábio Marcelo
Fisioterapeutas: Carlos Sotter, Guilherme Souza e Roberto Tupinanbá
Fisiologista: Maurício Negri / Nutricionista: Renata Faro
Massagistas: Jerônimo Barreto, Sandoval Neto (Rivelino) e Julio Bransford
Roupeiros: Aloizio dos Santos, Denilson Macedo e Manoel Carvalho |
Cássio Cornachi e Isabel Maia |
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